







|

 |
 |
Antúlio Madureira apresenta em seus espetáculos um rico repertório, que inclui ritmos populares como maracatu, caboclinho, ciranda, forró e frevo, passando também pelo erudito, quando toca, por exemplo, Ave Maria de Schubert, ou a Ária das Bachianas n.5, de Villa Lobos, usando apenas um serrote.
"Toco temas populares com técnicas eruditas e executo temas eruditos de forma popular, com uma base verdadeira nas nossas raízes, mas atingindo um som universal", explica Antúlio. |
| Os instrumentos exóticos, criados ou aperfeiçoados pelo multiartista, surpreendem as platéias, com sons tirados do inesperado.
|
 |
 |
 |
 |
Nos Carnavais do Recife e de Olinda, Antúlio é presença marcante desde 77, com shows e participações inventivas. Em 96, por exemplo, apresentou aos foliões a Cobra, que desde então se transformou em uma das badalações do Carnaval pernambucano.
Mas este mágico universo está, cada vez mais, ampliando seus horizontes. Em julho de 98, Antúlio apresentou-se no Festival de Montreux, na Suíça, onde fez uma apresentação marcante. Seu espetáculo abriu a Noite do Nordeste, como é chamada a segunda noite brasileira do evento, que contou também com shows de Alceu Valença e Banda Eva. Na primeira noite, Gilberto Gil, Marisa Monte e os Novos Baianos foram as atrações.
Em outubro de 98, o artista participou do Free Jazz Festival. As apresentações, no Rio de Janeiro e em São Paulo, obtiveram críticas consagradoras nos grandes jornais do país. |
 Outras participações: |
Especial de fim de ano da TV Cultura 98 – São Paulo
Especial Multishow
Ecofestival 98 – Xingó, Pernambuco
Festival de Música Étnica 98 – São Paulo
Festival de Inverno de Garanhuns 95 a 98 – Pernambuco
Congressos e Feiras Nacionais e Internacionais
|